Tenho uma mor imenso, por um amor vagabundo. Um amor desvalorizado, num tempo sem rumo certo, nem incerto. Um amor que já não é de ninguém, já não existes mais, para nunca mais (...)
terça-feira, 13 de julho de 2010
(...)
"Estou cansada de sonhar, de desejar, de te querer e não te ter, de nunca saber se pensas ou não em mim, se à noite adormeces com saudades no peito ou te deitas com outras mulheres. Depois de todas as palavras e de todas as esperas, fiquei sem armas e sem forças. Sobra-me apenas a certeza de que nada ficou por fazer ou dizer, que os sonhos nunca se perderam, apenas se gastaram com a erosão do tempo e do silêncio."
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