sábado, 26 de junho de 2010

Vens tu falar de falsidade ?

Quem és tu afinal ? Onde ficou aquela pessoa que eu conheci à uns tempos atrás ? Aquele alguém que vinha sempre com um sorrisão e fazia, e dizia, e era apenas algeria, felicidade, meiguice ? Tu existes ? Vá, não venhas com coros de que a culpa é minha, porque quando se ama não se faz isto, eu pelo menos não o faço, nem faria.

Falsidade ? E essa moral ? Ficou pelo caminho, dizias que me amavas, que eu era tudo mas mal espero, mal me dás o fim já tens não sei quantas pessoas, não sei quantas conversas.

Dizias que eu vivia para aquilo, e tu ? Sim, e tu ?!

Mas que razão tens tu no meio de tudo isto, eu sou a mulher que luta, e tu o homem que quer desaperecer. Não fui que saltei para mil braços a seguir, não fui.

Eu sempre disse que seria uma eternidade, e aqui estou.

Tu disses-te mas já te foste.

Eu não vou sair assim, eu vou tentar sempre, pois eu amo, amo de verdade.


Eramos um só, agora somos duas vidas separadas.


O amor que aqui instalas-te e fizes-te questão de alimentar agora está perdido, quase a morrer de saudade, essa é sua fome.

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